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O Dr. Manuel Augusto Dias de Azevedo nasceu na vila de Ribeirão, Vila Nova de Famalicão, em 21/09/1874, e aí faleceu, a 20/12/1971. No número de Janeiro de 1960 do Boletim Mensal da Alexandrina, que fundou e que redigiu sozinho desde Julho de 1957 a Agosto de 1970, evocava ele assim a sua adolescência e juventude:
Fui estudar, tendo onze anos de idade, para os Seminários de Braga e, depois de feito aí o Curso Teológico, fui convidado por quem de direito a ir formar-me na Universidade Gregoriana, agradecendo, mas declinando o convite.
Ensinou depois no Colégio de Ermesinde, dedicando-se simultaneamente a actividades de animação religiosa. É então que se matricula na Faculdade de Medicina do Porto, iniciando a actividade médica nos anos 30. Mas voltemos ao seu relato autobiográfico:
Em seguida fui leccionar e resolvi simultaneamente repetir nos Liceus os exames do curso secundário. Após esses exames, matriculei-me na Faculdade de Medicina, fazendo esse curso no tempo normal de seis anos e leccionando sempre. Defendida depois a tese de doutoramento, que nesse tempo era facultativa, embora convidado por pessoas ilustres a ficar a trabalhar no Porto, vim para Ribeirão, minha terra natal, onde há vinte e cinco anos venho exercendo clínica.
Um catedrático veio a chamar ao Dr. Dias de Azevedo «Augusto na medicina»; o Pe. Humberto declara-o «primus inter primos».
Apesar de ser pai de 14 filhos, dadas as dificuldades económicas da população, dedicava dois dias semanais a consultas gratuitas para os mais indigentes.
O Dr. Manuel Augusto Dias de Azevedo nasceu na vila de Ribeirão, Vila Nova de Famalicão, em 21/09/1874, e aí faleceu, a 20/12/1971. No número de Janeiro de 1960 do Boletim Mensal da Alexandrina, que fundou e que redigiu sozinho desde Julho de 1957 a Agosto de 1970, evocava ele assim a sua adolescência e juventude:

Fui estudar, tendo onze anos de idade, para os Seminários de Braga e, depois de feito aí o Curso Teológico, fui convidado por quem de direito a ir formar-me na Universidade Gregoriana, agradecendo, mas declinando o convite.
Ensinou depois no Colégio de Ermesinde, dedicando-se simultaneamente a actividades de animação religiosa. É então que se matricula na Faculdade de Medicina do Porto, iniciando a actividade médica nos anos 30. Mas voltemos ao seu relato autobiográfico:
Em seguida fui leccionar e resolvi simultaneamente repetir nos Liceus os exames do curso secundário. Após esses exames, matriculei-me na Faculdade de Medicina, fazendo esse curso no tempo normal de seis anos e leccionando sempre. Defendida depois a tese de doutoramento, que nesse tempo era facultativa, embora convidado por pessoas ilustres a ficar a trabalhar no Porto, vim para Ribeirão, minha terra natal, onde há vinte e cinco anos venho exercendo clínica.
Um catedrático veio a chamar ao Dr. Dias de Azevedo «Augusto na medicina»; o Pe. Humberto declara-o «primus inter primos».
Apesar de ser pai de 14 filhos, dadas as dificuldades económicas da população, dedicava dois dias semanais a consultas gratuitas para os mais indigentes.
Sobre a sua acção junto da Alexandrina, a quem tomou como madrinha, não nos vamos alongar. Interveio em vários jornais e manteve mesmo polémicas com vista a defender o bom nome da sua doente.
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[1] Citado de Jorge M. M. B. da Silva, Vida e obra do Dr. Manuel Augusto Dias de Azevedo, trabalho policopiado apresentado como monografia da cadeira de História da Medicina no Instituto de Ciências Biomédicas de Abel Salazar.
[1] Citado de Jorge M. M. B. da Silva, Vida e obra do Dr. Manuel Augusto Dias de Azevedo, trabalho policopiado apresentado como monografia da cadeira de História da Medicina no Instituto de Ciências Biomédicas de Abel Salazar.
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Imgens: Dr. Dias de Azevedo e fragmento duma página de jornal que contém uma resposta deste médico a um artigo do P.e Agostinho Veloso saído na Brotéria.
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